
- Atualizado há 3 anos
Com o sucesso de adesão dos curitibanos aos novos serviços de tele e videoconsulta da Central Saúde Já Curitiba, lançados pelo prefeito Rafael Greca no dia 17 de abril, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) vai ampliar a faixa etária de atendimento. A partir da próxima quinta-feira (4/5), o serviço estará disponível para pessoas de 18 a 50 anos de idade que estejam com queixas leves de saúde.
Inicialmente, o serviço havia sido lançado para o público de 18 a 25 anos. Depois foi ampliado para pessoas de 26 a 40 anos. E, agora, foi estendido também para aqueles de 41 a 50 anos.
“Nossa intenção é facilitar a vida do curitibano, que pode contar com mais esse ponto de atenção à saúde ao alcance da mão”, diz a secretária municipal da Saúde, Beatriz Battistella.
Segundo ela, aos poucos toda população da cidade poderá usar os serviços de tele e videoconsulta para queixas leves.
A Central Saúde Já Curitiba atende pelo telefone 3350-9000, de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h, inclusive feriados; e aos sábados e domingos, das 8h às 20h.
Para ter acesso ao atendimento virtual para queixas leves da Central Saúde Já Curitiba, o usuário precisa ser residente no município, ter de 18 a 50 anos, possuir cadastro definitivo e o Aplicativo Saúde Já Curitiba, validado com senha.
O enfermeiro é o responsável pela classificação de risco, seguindo o que é preconizado pelo Protocolo de Manchester, da mesma forma que acontece nas UPAs. O protocolo classifica por cores o grau de risco dos pacientes e o tempo para o atendimento: vermelho para emergência; laranja, muito urgente; amarelo, urgente; verde, pouco urgente; e azul, não urgente.
As queixas leves são classificadas nas cores verde, azul e amarela, perfil que deve ser atendido pela Central. Já as situações classificadas como laranja e vermelha são casos para atendimento presencial.
“Ao identificar uma ligação de caso urgente, orientamos o paciente a buscar o melhor local de atendimento para o caso. Se necessário, a própria Central transfere a chamada para o Samu ou solicita que a pessoa procure uma UPA”, explica o coordenador médico da Central, Romulo Pereira.