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Vídeo: Gol aos 50 minutos, pênaltis e narração de “Champions League”: a final histórica da Suburbana de Curitiba

A torcida já contava os instantes finais quando o Urano encontrou uma última oportunidade para mudar o destino da partida
(Foto: Reprodução)
A torcida já contava os instantes finais quando o Urano encontrou uma última oportunidade para mudar o destino da partida

Redação Nosso Dia

31/05/26
às
12:49

- Atualizado há 27 segundos

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A final da Série A da Suburbana de Curitiba teve todos os ingredientes de uma decisão histórica neste sábado (30). Perdendo até os 50 minutos do segundo tempo, o Urano empatou no último lance contra o Trieste, levou a disputa para os pênaltis e conquistou o tetracampeonato em uma tarde marcada pelo drama e pela narração vibrante de Gabriel Carriconde, o Carrica.

O Trieste vencia em casa por 1 a 0 e estava a segundos de conquistar o título. A torcida já contava os instantes finais quando o Urano encontrou uma última oportunidade para mudar o destino da partida.

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O roteiro tinha tudo o que uma grande final pede: estádio lotado, rivalidade, tensão até o último segundo, gol nos acréscimos e uma disputa por pênaltis. E tinha que ter uma narração à altura do espetáculo. E ela veio na voz do carrica que transformou os momentos decisivos em uma verdadeira trilha sonora para o título do Azulão da Vila.

Enquanto o relógio se aproximava dos 50 minutos do segundo tempo, Carrica já preparava os torcedores para a última chance do Urano. “Olha, é o último minuto da Suburbana de 2026. É a última chance do Urano levar essa partida para as penalidades e evitar um título direto do Trieste”, destacou o narrador.

Assista ao vídeo:

O Trieste se fechava na defesa. O Urano empurrava todos para o ataque. A bola foi levantada para a área e sobrou para Gabriel Patrick. O atacante girou, finalizou e contou com um desvio providencial em Marcelo para enganar o goleiro Jhonatas.

Gol! O estádio explodiu. A transmissão também.

“Gol! Gol! Mais uma vez a camisa azul e branca pesa no final do jogo. O futebol só acaba quando o juiz apita!”

A frase resumiu o sentimento de quem assistia à partida. Quando a derrota parecia inevitável, o Urano encontrou forças para sobreviver e levou a decisão para os pênaltis.

Se Gabriel Patrick foi o responsável por manter o Urano vivo, Lucas Macanhan se encarregou de transformar a esperança em título. O goleiro viveu uma tarde peculiar. Ele chegou a desperdiçar uma cobrança nas penalidades, mas compensou defendendo três chutes do Trieste.

Na última cobrança da disputa, o clima era de pura tensão. Gilton caminhou para a bola. Se marcasse, manteria o Trieste na disputa. Se errasse, o título seria do Urano. Carrica preparou o clima. “Se ele perder, acaba. Se ele fizer, o Trieste tá vivo.”

Gilton correu para a cobrança. Macanhan defendeu. E a emoção tomou conta da transmissão.

A comemoração tomou o gramado do Muraro. Jogadores correram em direção ao goleiro, torcedores explodiram ao redor do campo e a festa azul e branca começou.

Mas Carrica ainda tinha mais uma mensagem para a torcida. “Não desista jamais, não se ajoelhe jamais, a não ser que seja pra comemorar. É tetracampeão, na casa do gigantesco Trieste!”

A conquista teve um significado especial para o Urano. Em 2025, o clube disputava a Série B da Suburbana. Um ano depois, retornou à elite e levantou a taça diante de um dos times mais tradicionais do futebol amador curitibano.

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