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URBS diz que pagamentos a empresa estão em dia e critica greve sem aviso

Por se tratar de um serviço essencial, a URBS ressalta que uma eventual greve deveria ter sido comunicada com antecedência mínima de 72 horas
Por se tratar de um serviço essencial, a URBS ressalta que uma eventual greve deveria ter sido comunicada com antecedência mínima de 72 horas

Redação Nosso Dia

14/01/26
às
8:09

- Atualizado há 16 segundos

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A Urbanização de Curitiba se manifestou sobre a paralisação de trabalhadores da Viação Mercês que afeta, nesta terça-feira, o atendimento de linhas do transporte coletivo que ligam os bairros São Braz e Santa Felicidade, em Curitiba. Em nota oficial, a URBS informou que acompanha a paralisação e atua para reduzir os impactos à população, com a adoção de medidas operacionais imediatas.

Segundo a URBS, a Mercês integra um consórcio juntamente com o Transporte Coletivo Glória e a Auto Viação Santo Antônio. Diante da paralisação, as linhas operadas pela Mercês estão sendo absorvidas pelo próprio consórcio, com remanejamento de frota e de equipes, para manter o atendimento aos usuários.

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A empresa Mercês é responsável por 11 linhas exclusivas e oito linhas compartilhadas. Com a reorganização promovida pelo consórcio, a URBS afirma trabalhar para diminuir os impactos na operação dessas linhas, garantindo a continuidade do serviço, especialmente nos trajetos mais afetados.

No comunicado, a URBS esclareceu ainda que todos os pagamentos às empresas de transporte coletivo estão rigorosamente em dia, conforme os contratos vigentes com os consórcios operadores, não havendo qualquer pendência financeira por parte do Município.

A administração municipal também criticou a forma como a paralisação foi conduzida. Por se tratar de um serviço essencial, a URBS ressalta que uma eventual greve deveria ter sido comunicada com antecedência mínima de 72 horas, como prevê a legislação, o que permitiria a adoção de medidas preventivas e reduziria os prejuízos à população.

Por fim, a URBS reforçou que a relação trabalhista é de responsabilidade exclusiva das empresas operadoras em relação aos seus empregados, não cabendo ao poder público interferir nesse vínculo. A companhia informou que segue monitorando a situação e adotando todas as providências necessárias para assegurar o funcionamento do transporte coletivo em Curitiba.

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