PUBLICIDADE
Cataratas do Iguaçu /
ENTRETÊ

Turista que não ouve frequências agudas mostra como é Cataratas com e sem aparelho

Nas imagens, Franklin aparece usando o aparelho auditivo enquanto tenta mostrar aos seguidores a diferença entre ouvir o som ambiente sem o equipamento e com ele.
Foto: Divulgação/ Redes Sociais
Nas imagens, Franklin aparece usando o aparelho auditivo enquanto tenta mostrar aos seguidores a diferença entre ouvir o som ambiente sem o equipamento e com ele.

Luiz Henrique de Oliveira

21/05/26
às
16:40

- Atualizado há 29 segundos

Compartilhe:

Um turista que não ouve frequências agudas mostrou como é Cataratas com e sem aparelho auditivo aos internautas, ao compartilhar a própria reação ao ouvir pela primeira vez o som das quedas d’água em Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu. O vídeo foi publicado por Franklin Medrado, que explicou de forma descontraída como funciona sua perda auditiva neurossensorial.

Nas imagens, Franklin aparece usando o aparelho auditivo enquanto tenta mostrar aos seguidores a diferença entre ouvir o som ambiente sem o equipamento e com ele. “Pra quem não sabe, eu tenho perda de audição neurosensorial, que significa que eu não escuto algumas frequências agudas. Eu sou o famoso surdo que ouve, eu ouço algumas coisas e não ouço outras”, contou.

Para receber as principais informações do dia pelo WhatsApp entre no grupo do Portal Nosso Dia clicando aqui

Durante o vídeo, ele altera o áudio da gravação para simular a maneira como percebe os sons sem o aparelho. Depois, mostra a mudança ao ativar o equipamento auditivo. A reação é imediata. “É muito alto!”, diz Franklin, impressionado com a intensidade do barulho das cataratas.

Franklin ainda revelou que a experiência foi ao mesmo tempo incrível e desconfortável. “Gente, eu não sei nem explicar porque ao mesmo tempo que é incrível eu queria tirar o aparelho. Parece zoeira”, brincou.

Apesar da dificuldade de adaptação, ele explicou a importância do uso contínuo do aparelho auditivo. “Eu sei que é uma questão de saúde, eu preciso usar o aparelho para meu cérebro não esquecer de algumas frequências”, afirmou.

No fim do relato, o turista resumiu a sensação de conhecer um dos principais cartões-postais do Paraná. “Não tem como não ser emocionante porque a força desse lugar não dá pra descrever”, concluiu Franklin.

TÁ SABENDO?

ENTRETÊ

© 2024 Nosso dia - Portal de Noticias