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Traiano diz que pedido de Freitas por escolta é desnecessário; deputado alega ameaça de morte

Petista alega que está sofrendo ameaças de mortes há alguns meses e não quer que a segurança seja feita pelas Policias Civil e Militar
Presidente da Alep, Ademar Traiano - Foto: Pedro de Oliveira/Alep
Petista alega que está sofrendo ameaças de mortes há alguns meses e não quer que a segurança seja feita pelas Policias Civil e Militar

Luiz Henrique de Oliveira e Geovane Barreiro

11/04/23
às
16:37

- Atualizado há 3 anos

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O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, o deputado estadual Ademar Traiano (PSD), afirmou ao ser questionado pelo Portal Nosso Dia, na tarde desta terça-feira (11), que não vê necessidade no pedido por escolta do deputado estadual Renato Freitas (PT). O parlamentar alega que está sofrendo ameaças de mortes há alguns meses e não quer que a segurança seja feita pelas Policias Civil e Militar.

Inicialmente, Traiano afirmou que não existe como se garantir proteção a um deputado sem que seja por meio de equipes da Segurança Pública. “O deputado encaminhou um pedido à presidência, mas disse que não queria ter policiais civis e militares, então não há a menor possibilidade de fazer com que alguém possa cuidar de sua segurança pessoal”, disse.

Em seguida, o presidente da Alep destacou não ver motivo para que se disponibilize a segurança ao deputado Freitas. “Não há, nesse momento, amparo legal para que a gente disponibilize segurança. Não vejo como uma situação gravíssima, a não ser que, uma medida judicial, chegue até a Casa determinando isso. Mas não entendo necessário isso. Não tenho informações se são verídicas as ameaças, é apenas a fala dele”, pontuou o parlamentar.

Outro deputado que também pediu escolta, informalmente, foi Ricardo Arruda (PL), que tem feito debates constantes com Freitas na Alep. Ele também teve o pedido negado.

Denúncia

Ao Portal Nosso Dia, o deputado petista informou ter sido ameaçado por um policial militar há cerca de um ano e meio. Segundo ele, após denúncia, o processo está em sigilo e é apurado pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) e a Polícia Civil.

“Um policial militar da ativa disse que iria abreviar minha vida. A OAB [Ordem dos Advogados do Brasil] já desagravou esse policial. Ele diz que tenho envolvimento direto com organizações criminosas no Paraná e isso estimulou uma violência contra mim”, afirmou Freitas.

Deputado Renato Freitas – Foto: Valdir Amaral /Alep

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