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Trabalhadores entram em greve e obras da Linha Verde estão parada há dois dias

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada do Paraná (Sintrpav/PR), o objetivo da greve é melhorar benefícios e abrir negociação sobre o recesso de final de ano
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada do Paraná (Sintrpav/PR), o objetivo da greve é melhorar benefícios e abrir negociação sobre o recesso de final de ano

Redação com assessoria

22/11/22
às
15:57

- Atualizado há 3 anos

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As obras do lote 4.1 da Linha Verde, trecho urbano da BR 116 que envolve o trevo do Atuba, em Curitiba, estão paralisadas nesta segunda-feira (21) por causa do movimento dos trabalhadores do consórcio formado pelas empresas TCE Engenharia e Compasa, vencedor da licitação para conclusão da revitalização da rodovia.

Obra na Linha Verde (Foto: SMCS)

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada do Paraná (Sintrpav/PR), o objetivo da greve é melhorar benefícios e abrir negociação sobre o recesso de final de ano.

“Os trabalhadores reivindicam ampliação no valor da cesta básica mensal e na cesta natalina. Além disso, queremos negociar um recesso de final de ano para que os trabalhadores possam celebrar o natal e o ano novo junto de seus familiares”, explica Raimundo Ribeiro Santos Filho (Bahia), presidente do Sintrapav/PR.

O trecho dessa última etapa da Linha Verde envolve um perímetro de aproximadamente 3 km. As obras foram retomadas há poucas semanas, depois de permanecerem paradas desde dezembro de 2021 por problemas de não cumprimento de contrato

Trabalhadores paralisaram as atividades (Foto: Divulgação)

“O consórcio atual envolve uma das mesmas empresas do contrato anterior (TCE), a mesma atividade econômica, o mesmo trecho e são praticamente os mesmos trabalhadores. Porém, reduziram o valor da cesta básica quase pela metade e não há definição do valor da cesta natalina”, afirmou Raimundo.

O espaço para o consórcio de empresas passar um posicionamento sobre a manifestação está aberto. A Prefeitura de Curitiba informou que não irá se pronunciar sobre a manifestação, apenas confirmando que os trabalhadores estão parados há dois dias.

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