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SEGURANÇA

Suspeito de integrar facção criminosa admite 18 assassinatos após expulsão do Paraguai

Ele foi preso na última quarta-feira (3), na cidade de Luque, e expulso do Paraguai dois dias depois, na sexta-feira (5), por Ciudad del Este, na fronteira com o Brasil
(Foto: Reprodução Catve.com)
Ele foi preso na última quarta-feira (3), na cidade de Luque, e expulso do Paraguai dois dias depois, na sexta-feira (5), por Ciudad del Este, na fronteira com o Brasil

Redação Nosso Dia

09/06/26
às
8:46

- Atualizado há 7 segundos

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O brasileiro Paulo Cândido Oliveira da Silva, de 39 anos, apontado como “embaixador” da facção Comando Vermelho no Paraguai, teria confessado às autoridades que cometeu 18 assassinatos durante o período em que esteve no país vizinho.

Ele foi preso na última quarta-feira (3), na cidade de Luque, e expulso do Paraguai dois dias depois, na sexta-feira (5), por Ciudad del Este, na fronteira com o Brasil.

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A prisão foi realizada por agentes do Departamento Antinarcóticos durante a operação Puma Py. Segundo a polícia, o suspeito possuía mandados de prisão em aberto no Brasil por associação criminosa e tráfico internacional de drogas.

As investigações apontam que ele integrava uma célula do Comando Vermelho que atuava no estado do Paraná, responsável por trazer drogas e armas do Paraguai para território brasileiro.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa brasileira, após ser entregue às autoridades do país, o suspeito afirmou que matou 18 pessoas enquanto atuava como representante da facção no Paraguai.

Entre os crimes mencionados estaria o assassinato de um homem identificado como Arnaldo Rotela Gauto, de 52 anos, conhecido como “rei do abigeato”. Ele foi morto a tiros em agosto de 2024, no distrito de Yuty, no departamento de Caazapá.

O caso já teria sido repassado às autoridades brasileiras, que seguem com as investigações sobre a atuação do suspeito e a ligação com outros crimes na região de fronteira.

As informações são da Catve.com.

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