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Suspeito de curandeirismo tinha laboratório em casa em Curitiba e prometia descontaminação de vacina contra covid-19

Entre as promessas feitas aos consumidores estavam a cura de câncer, diabetes, esquizofrenia e até a suposta “descontaminação” da vacina contra a Covid-19
(Foto: Polícia Cívil)
Entre as promessas feitas aos consumidores estavam a cura de câncer, diabetes, esquizofrenia e até a suposta “descontaminação” da vacina contra a Covid-19

Luiz Henrique de Oliveira

10/03/26
às
13:42

- Atualizado há 2 dias

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O homem de 54 anos preso em Curitiba suspeito de vender produtos com falsas promessas de cura mantinha um laboratório improvisado dentro da própria casa, onde produzia itens divulgados como tratamentos para diversas doenças. Entre as promessas feitas aos consumidores estavam a cura de câncer, diabetes, esquizofrenia e até a suposta “descontaminação” da vacina contra a Covid-19.

Durante a ação que resultou na prisão em flagrante, policiais encontraram no imóvel um espaço utilizado para fabricar e embalar os produtos. No local, havia diversos itens preparados de forma artesanal e apresentados como se tivessem propriedades medicinais.

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Segundo a delegada Aline Manzotti, responsável pelo caso, os policiais se depararam com uma estrutura montada dentro da residência para a produção das substâncias.

“Quando nós chegamos na residência desse indivíduo, um homem de 54 anos, nos deparamos com a fábrica, com a destilaria onde ele envasava a água que dizia ser uma água molecular e ionizada com efeitos medicinais”, explicou a delegada.

Entre os produtos apreendidos estavam cápsulas vendidas como medicamentos, além de uma água chamada de “molecular”. Também foram encontrados azeite comestível, sabonetes, sal, amaciante e sabão em pó, todos divulgados com supostos efeitos terapêuticos.

(Foto: Polícia Cívil)

“Essas medicações tinham promessa de cura de câncer, de diabetes, de esquizofrenia, entre outras doenças, e até mesmo de descontaminação da vacina da Covid”, afirmou Manzotti.

De acordo com a Polícia Civil, os produtos eram fabricados sem qualquer tipo de autorização ou registro sanitário e eram apresentados aos consumidores como soluções para diferentes enfermidades.

O suspeito foi autuado em flagrante e deve responder pelos crimes de falsificação de medicamento, indução do consumidor a erro e curandeirismo. Conforme a delegada, a soma das penas pode chegar a até 22 anos de prisão.

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