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Sobre morte de Guarda Municipal petista, Ciro e Moro criticam violência política

Ciro disse que o ódio político precisa "ser contido", citando a morte de "dois pais de família" fruto de uma "guerra absurda, sem sentido e sem propósito"
Ciro disse que o ódio político precisa "ser contido", citando a morte de "dois pais de família" fruto de uma "guerra absurda, sem sentido e sem propósito"

Estadão Conteúdo

10/07/22
às
15:50

- Atualizado há 4 anos

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O pré-candidato à Presidência da República, Ciro Gomes (PDT), e o ex-juiz Sérgio Moro (União Brasil) reagiram ao assassinato de um guarda municipal em Foz do Iguaçu (PR), morto a tiros no sábado (9) durante sua festa de aniversário de 50 anos, que tinha como tema o Partido dos Trabalhadores (PT). Segundo relatos, o atirador seria apoiador do presidente Jair Bolsonaro.

Ex- juiz federal Sérgio Moro. Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil.

Ciro disse que o ódio político precisa “ser contido”, citando a morte de “dois pais de família” fruto de uma “guerra absurda, sem sentido e sem propósito”. “É triste, muito triste, a tragédia humana e política que tirou a vida de dois pais de família em Foz do Iguaçu. O ódio político precisa ser contido para evitar que tenhamos uma tragédia de proporções gigantescas.”

O ex-juiz Sérgio Moro (União Brasil), que foi ministro de Justiça e Segurança Pública de Bolsonaro, também repudiou o que classificou como violência política, sem fazer qualquer referência direta ao caso, em manifestação na sua página oficial no Twitter. “Precisamos repudiar toda e qualquer violência com motivação política ou eleitoral. O Brasil não precisa disso.”

A vítima Marcelo Arruda era filiado ao PT e foi candidato a vice-prefeito em Foz do Iguaçu nas eleições de 2020. Segundo relatos, o atirador seria José da Rocha Guaranho, um agente penitenciário federal e apoiador de Bolsonaro.

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