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Após uma série de furtos de celulares em shows e eventos em Curitiba, o Sindicato Patronal das Empresas Promotoras de Eventos do Paraná (Sindiprom) e a Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar) anunciaram uma mobilização para reforçar a segurança em grandes eventos, com o objetivo de criar um banco de dados nacional para identificar criminosos. Até o fim do ano, a capital tem 24 shows internacionais programados.
A iniciativa é uma resposta às recentes apreensões de quadrilhas especializadas em furtos. “A imprensa relata aproximadamente 100 celulares recuperados, volume muito abaixo do furtado, já que outros grupos que agem conseguem fugir após o roubo”, afirmou Fábio Aguayo, presidente das entidades.
Os órgãos de segurança também intensificaram a fiscalização e chegaram a infiltrar agentes para barrar quadrilhas. Em uma operação na Pedreira Paulo Leminski, cinco pessoas foram presas e 54 aparelhos recuperados.
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Segundo Aguayo, é preciso avançar na inteligência policial. “É fundamental ter um banco de dados nacional permitindo a identificação destas pessoas que praticam delitos em shows e grandes eventos. Com isso, quando aparecer uma compra de CPF, dispara um alarme e as autoridades vão saber quem é”, destacou.
A intenção é prender membros de quadrilhas de São Paulo, Bahia e demais estados, inclusive de outros países. “Nos últimos 10 anos, os números de atrações cresceram, porém das ocorrências avançam na mesma velocidade, precisamos impedir que dispararem em Curitiba e região, onde tem palcos, espaços e arenas de eventos”, disse Aguayo.
Que completou: “Precisamos iniciar pelo Paraná um banco nacional e cadastro destas pessoas e quadrilhas que viajam e circulam por todo brasil neste turismo de roubos de celulares, já que é muito rentável”, ressaltou.