
- Atualizado há 4 anos
A morte do diretor da Secretaria Municipal de Obras da Prefeitura de Curitiba, Augusto Meyer Neto, de 61 anos, não está mais na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Por falta de indícios de um homicídio, o caso é tratado como um latrocínio (roubo seguido de morte).

Meyer foi assassinado em um possível assalto na noite do último domingo (29) quando chegava em casa, no bairro Santa Cândida, em Curitiba. Por uma briga familiar anterior e pela características de veículo do engenheiro, que tinha uma carretinha, se ventilou a possibilidade de um assassinato, mas inicialmente isso está descartado.
“Após realizarmos depoimentos, a investigação foi encaminhada à Divisão de Patrimônio, saindo da DHPP, porque não encontramos indícios de que estaríamos diante de um homicídio, mas sim de um latrocínio (roubo seguido de morte)”, explicou ao Portal Nosso Dia a delegada Thatiana Guzella.
Agora a investigação é para saber se os três assaltantes, que estavam em um veículo de cor vermelha, queriam o carro ou dinheiro do diretor. “Possivelmente o alvo pode ser o carro ou até mesmo o valor que ele tinha em dinheiro, como era de praxe, porque fazia pagamentos em espécie”, concluiu a delegada.
Ainda não está definido se o caso irá para a Delegacia de Furtos e Roubos de Curitiba ou a Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos.
O prefeito de Curitiba, Rafael Greca, lamentou na rede social Facebook a morte do diretor de Pontes e Drenagens, da Secretaria Municipal de Obras Públicas, Augusto Meyer Neto, de 61 anos. Ele era engenheiro e servidor de carreira da administração municipal. A Prefeitura de Curitiba decretou três dias de luto oficial.