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Ratinho Jr. diz que pedidos dos servidores são interesses sindicais e políticos

Ontem, os servidores estaduais fizeram um protesto de 24 horas pela defasagem da Data-Base.
Ratinho Junior se encontra com Bolsonaro e espera liberação para apoio
Ontem, os servidores estaduais fizeram um protesto de 24 horas pela defasagem da Data-Base.

Luiz Henrique de Oliveira e Geovane Barreiro

22/06/22
às
12:25

- Atualizado há 4 anos

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O governador do Paraná, Ratinho Junior, afirmou à imprensa, na manhã desta quarta-feira (22), que as reivindicações dos servidores estaduais foram atendidas e que hoje há um movimento político e de interesse sindical. Ontem, os servidores estaduais fizeram um protesto de 24 horas pela defasagem da Data-Base.

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Governador Ratinho Junior falou com a imprensa nesta quarta-feira (Foto: Nosso Dia)

“Essa questão já foi resolvida. Só para os professores em inicio de carreira foi dado 41% de readequação, para os policiais a mesma coisa, em especial os praças, onde havia uma diferença de 60% em relação ao salário dos oficiais, e hoje ela está em 45%. Também garantimos o vale-alimentação aos policiais, um pedido antigo. O que há hoje é um interesse sindical, que na verdade é uma briga política”, afirmou o governador, durante anúncio da liberação de R$ 1,1 bilhão para obras urbanas nos municípios do Paraná.

Participam da manifestação de ontem os professores, policiais penais, agentes penitenciários, policiais civis, servidores da área da saúde, administrativo de meio ambiente, entre outros.

Segundo as categorias, o Estado do Paraná acumula uma dívida superior a 36% com o funcionalismo. “Estamos há seis anos sem essa recomposição da inflação, e isso chega a 36% de perda. É como se, durante esses seis anos, tivéssemos trabalhado um ano de graça para o Estado”, criticou a presidente da APP, Walkiria Mazeto, em entrevista ao Portal Nosso Dia.

Inflação

Os trabalhadores do Estado alegam que estão desde 2016 sem reajuste integral da inflação. Durante esses anos, servidores tiveram 2% de reajuste em 2020 e 3% de reajuste em 2022. “O Estado tem por lei que precisa fazer a reposição da perda da inflação. Então, não é aumento salarial. Diferente dos demais trabalhadores, nosso salário não é corrigido quando aumenta o salário mínimo. Nós dependemos do governador mandar um Projeto de Lei para a Assembleia Legislativa indicando que vai fazer a recomposição dessa perda da inflação”, completou a presidente da APP, que representa o maior número de servidores no Estado.

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