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POLÍTICA

Projeto de lei institui o “Novembrinho Azul” para a prevenção da saúde de meninos no Paraná

Segundo o deputado Ney Leprevost, diferente do que acontece com as meninas, acompanhadas por ginecologista desde cedo, os meninos quando se tornam pré-adolescentes não iniciam um acompanhamento médico
NOVEMBRO AZUL (FOTO: JOSÉ FERNANDO OGURA)
Segundo o deputado Ney Leprevost, diferente do que acontece com as meninas, acompanhadas por ginecologista desde cedo, os meninos quando se tornam pré-adolescentes não iniciam um acompanhamento médico

Redação*

11/11/23
às
9:23

- Atualizado há 3 anos

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Está tramitando na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa, o projeto de lei 451/2023, de autoria do deputado Ney Leprevost (União) e da deputada Mabel Canto (PSDB), que cria o “Novembrinho Azul” para promoção de campanhas de conscientização, discussões, consultas e palestras com pediatras, urologistas, cirurgiões pediátricos e especialistas nos cuidados da saúde de meninos de até 16 anos.

De acordo com o texto, durante o “Novembrinho Azul” serão realizadas ações para promover o diagnóstico e o tratamento precoce de doenças como fimose, hipospádia, hérnia inguinal, distopia testicular, disfunção urinária e varicocele, bem como para conscientizar e incentivar a aplicação da vacina de HPV, nos casos recomendados pela medicina. 

Todas essas doenças têm consequências importantes, caso não sejam cuidadas precocemente. 

Por exemplo: A fimose não tratada está intimamente ligada ao câncer de pênis e o testículo fora da bolsa não tratado pode ocasionar problemas hormonais e de fertilidade.

O “Novembrinho Azul” foi elaborado pela Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica. Projeto de lei semelhante, proposto pelo médico e deputado federal Dr. Zacharias Calil, foi aprovado na Câmara Federal e aguarda votação no Plenário do Senado.

Projeto é do deputado Ney Leprevost (Foto: Orlando Kissner – Alep)

Segundo o deputado Ney Leprevost, diferente do que acontece com as meninas, que são acompanhadas por ginecologista desde cedo, os meninos quando se tornam pré-adolescentes não iniciam um acompanhamento médico. 

“Nosso objetivo é prevenir doenças, bem como conscientizar os pais sobre a saúde dos adolescentes. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são dois fatores determinantes para a cura”, afirmou Ney.

*Com informações da Alep

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