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Polícia reabre caso emblemático de 2006 e prende suspeito de matar menina na RMC

O crime ocorreu em 2006, no município de Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC) e teve repercussão nacional
Giovanna foi brutalmente assassinada (Foto: Reprodução)
O crime ocorreu em 2006, no município de Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC) e teve repercussão nacional

Redação Nosso Dia

19/02/26
às
9:54

- Atualizado há 45 segundos

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu na manhã desta quinta-feira (19), em Londrina, um homem de 55 anos suspeito de envolvimento no assassinato da menina Giovanna dos Reis Costa, de 9 anos. O crime ocorreu em 2006, no município de Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC) e teve repercussão nacional.

A prisão preventiva foi decretada após a reabertura do inquérito policial, quase duas décadas depois do crime. Segundo a PCPR, novas informações e diligências permitiram o avanço das investigações, que estavam arquivadas. Uma coletiva na manhã desta quinta-feira trará mais detalhes da prisão.

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Relembre o caso

Em 2006, Giovanna desapareceu enquanto vendia uma rifa da escola pelo bairro onde morava, em Quatro Barras. O sumiço mobilizou familiares e moradores da região.

Dois dias depois, em 12 de abril daquele ano, o corpo da criança foi encontrado em uma área de matagal no município. De acordo com a investigação da época, a vítima foi localizada dentro de um saco plástico, com sinais de violência. Ela foi encontrada com um objeto dentro da vagina.

Conforme o laudo pericial, a causa da morte foi esganadura. O caso gerou grande comoção na comunidade e repercussão em toda a Região Metropolitana de Curitiba. Acusados de cometer o crime chegaram a ir a Júri Popular, mas foram absolvidos. O plenário da Câmara de Quatro Barras leva o nome de Giovanna.

Investigação reaberta

De acordo com a Polícia Civil, o inquérito foi desarquivado após o surgimento de novos elementos que possibilitaram a identificação do suspeito.

O preso poderá responder pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e estupro de vulnerável.

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