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Uma operação conjunta realizada pela Polícia Civil com apoio da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe), da Vigilância Sanitária e do Ministério da Agricultura resultou na apreensão160 garrafas de vinho falsificadas ou importadas de forma irregular em dois restaurantes de luxo, em Curitiba. A ação teve início na quarta-feira (27) e se estendeu até a quinta-feira (28), atingindo estabelecimentos de alto padrão na capital paranaense.
No bairro Rebouças, em um restaurante de luxo, a polícia apreendeu 120 garrafas de vinho, entre produtos falsificados e descaminhados, ou seja, importados sem o devido pagamento de impostos. Os sócios do restaurante foram presos durante a ação.
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Outro restaurante, localizado no Centro da cidade, também foi alvo da operação. Lá, os agentes encontraram 39 garrafas de vinho de origem irregular. O proprietário do estabelecimento também foi preso.
Além dos restaurantes, um mercado no bairro Portão foi fiscalizado, resultando na apreensão de outras 100 garrafas de vinho em situação irregular.
A operação visa combater o comércio ilegal de bebidas alcoólicas, garantir a segurança dos consumidores e coibir práticas fraudulentas que afetam tanto a saúde pública quanto a arrecadação tributária. As investigações seguem para identificar outros possíveis envolvidos na distribuição e comercialização desses produtos.
Envolvidos
O supermercado envolvido no caso divulgou, nesta quinta-feira (28), uma nota de esclarecimento em resposta à fiscalização realizada em sua unidade, que resultou na apreensão de garrafas de vinho importadas de forma irregular, em Curitiba.
Na nota, a empresa contesta informações previamente divulgadas pelas autoridades e repercutidas na imprensa, especialmente quanto à quantidade de produtos apreendidos. Segundo o comunicado, foram recolhidas menos de 50 garrafas, número inferior ao informado inicialmente, que apontava para mais de 100 unidades.
A empresa também destacou que não tem qualquer envolvimento com esquemas de falsificação de vinhos e negou manter relação comercial com os restaurantes também fiscalizados na mesma operação. Conforme o esclarecimento, não foram encontrados indícios de falsificação ou de outros crimes no local, e nenhum responsável pela unidade foi conduzido pelas autoridades.
Por fim, a Companhia do Alimento reafirmou seu compromisso com a legalidade e a qualidade dos produtos oferecidos aos clientes, colocando-se à disposição das autoridades e da população para prestar qualquer esclarecimento necessário.
O espaço permanece aberto caso os envolvidos queiram se manifestar.