
- Atualizado há 4 anos
A torcida organizada Mancha Alvi Verde, do Palmeiras, emitiu uma nota na manhã desta segunda-feira (13) afirmando que se ‘defendeu atacando’ e que desceu do ônibus para não ser apedrejada, na noite deste domingo, durante a partida contra o Coritiba, no Couto Pereira. No documento, ainda criticou a escolta feita por parte da Polícia Militar do Paraná.

A torcida confirmou versão dada ao Nosso Dia pelo delegado Luiz Carlos de Oliveira, afirmando que houve uma problema na escolta dos ônibus, não chegando no horário e nem no portão correto de entrada do Couto Pereira.
“A PM conseguiu errar o caminho para o estádio por duas vezes atrasando ainda mais a nossa chegada. Os próprios motoristas dos nossos ônibus estranharam o caminho feito, já que estiveram dias atrás trazendo outra torcida de SP para o mesmo estádio e o caminho foi outro”, afirmou a organizada.
Segundo a nota, a torcida afirma ter sido atacada por torcedores do Coritiba. “O Comandante da escolta parou para perguntar aonde era a entrada e explicaram que estavamos do lado errado. Esse mesmo comandante pediu para os ônibus voltarem de ré e nesse momento a torcida do time mandante apareceu e começaram a jogar pedras”, disse a torcida.
Em outro trecho da nota, a Mancha Verde relatou que “o nosso ato foi a própria proteção. Descemos dos ônibus para não sermos apedrejados. Assim como no futebol, em situações de perigo você se defende atacando”.
Em um trecho final, a torcida do organizada negou qualquer tentativa de invadir a sede da torcida Império Alviverde, do Coritiba. “Não aceitamos mentiras que foram divulgadas como “estavam sem ingressos e tentaram invadir o estádio”, “tentaram invadir a sede de outra torcida”. O despreparo de quem deveria proteger a população não pode ser negligenciado e virar cortina de fumaça pelo historico de organizadas”, concluiu a nota.
Até o momento, a torcida organizada do Coritiba e a Polícia Militar não se pronunciaram sobre o caso.