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Operação da polícia do Paraná cumpre 24 mandados de prisão contra quadrilha de traficantes

Ao todo, são 24 mandados de prisão preventiva e 34 de busca e apreensão domiciliar
(Foto: Reprodução Polícia Civil)
Ao todo, são 24 mandados de prisão preventiva e 34 de busca e apreensão domiciliar

Redação Nosso Dia

25/02/26
às
7:50

- Atualizado há 7 horas

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Uma ofensiva deflagrada nas primeiras horas desta quarta-feira (25) pela Polícia Civil do Paraná (PCPR) mobiliza equipes para o cumprimento de 58 mandados judiciais contra uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro. A ação ocorre em cidades do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

Ao todo, são 24 mandados de prisão preventiva e 34 de busca e apreensão domiciliar, além de medidas de bloqueio e sequestro de ativos financeiros. A operação conta com apoio aéreo e atuação de cães de faro para reforçar o cumprimento simultâneo das ordens judiciais.

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No Paraná, os alvos estão nos municípios de Pato Branco, Clevelândia, Mariópolis, Cascavel e Quedas do Iguaçu. Também há diligências em Concórdia (SC) e Campo Grande (MS), com suporte das polícias civis locais.

Coordenada pela PCPR, a operação é resultado de investigação iniciada em agosto de 2025, após a prisão de uma mulher em Realeza, no Oeste do Estado. Ela foi flagrada em um ônibus de linha transportando mais de dois quilos de crack.

Assista ao vídeo da operação:

“Com as diligências realizadas na sequência, identificou-se uma estrutura hierarquizada voltada à aquisição, transporte, armazenamento, distribuição e comercialização de entorpecentes, especialmente crack e cocaína, bem como à movimentação e ocultação de ativos financeiros provenientes da atividade ilícita”, explicou a delegada Franciela Alberton.

As apurações apontam que a droga era trazida do Mato Grosso do Sul para o Paraná por meio de mulheres que viajavam em ônibus de linha, muitas vezes acompanhadas dos filhos, como forma de tentar despistar a fiscalização.

Ainda conforme a investigação, o grupo possuía divisão clara de funções. A liderança seria exercida por um homem custodiado no sistema prisional sul-mato-grossense. “Mesmo preso ele seguia determinando rotas de transporte, coordenando a distribuição de drogas e gerenciando o fluxo financeiro por meio da utilização de contas bancárias de terceiros com o objetivo de ocultar a origem ilícita dos valores e dificultar a atuação das autoridades”, complementou a delegada.

A polícia também identificou que mais da metade dos integrantes da organização era composta por mulheres, responsáveis por funções estratégicas na logística, transporte, distribuição e gestão financeira do esquema criminoso.

As investigações seguem em andamento para aprofundar a responsabilização dos envolvidos e identificar possíveis ramificações do grupo.

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