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No Congresso, ex-governador Beto Richa vota contra ‘todes’ e ‘amigues’

Em vídeo, o deputado federal argumentou que é preciso barrar termos que desrespeitam as regras gramaticais
Deputado federal Beto Richa (PSDB) - Foto: Divulgação/PSDB
Em vídeo, o deputado federal argumentou que é preciso barrar termos que desrespeitam as regras gramaticais

Angelo Binder

08/12/23
às
7:43

- Atualizado há 2 anos

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O deputado federal e ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB-PR), votou a favor da proibição do uso da chamada “linguagem neutra” em órgãos públicos na última quarta-feira (5), na Câmara Federal, em Brasília, A medida visa evitar a adoção de termos como “todes” e “amigues”, entre outras expressões que não seguem as regras gramaticais.

A iniciativa, incluída por meio de uma emenda com o apoio de Beto Richa, faz parte do projeto de lei 6256/19, que propõe a instituição de uma política nacional de linguagem simples. Esta política estabelece procedimentos a serem adotados pelos órgãos e entidades da administração pública, visando facilitar a comunicação com a população. O projeto agora segue para análise no Senado.

Beto Richa esclareceu sua posição: “Não tenho nada contra a simplificação para facilitar a compreensão do cidadão sobre temas complexos tratados e divulgados por órgãos públicos. No entanto, é preciso barrar termos que desrespeitam as regras gramaticais. Não é adequado um órgão público divulgar um comunicado do tipo: ‘Convocamos todes (sic) para a campanha de vacinação’. Deixamos isso claro no projeto.”

O parlamentar enfatizou a importância de os órgãos públicos seguirem as regras gramaticais da língua portuguesa. “O poder público não deve ser um local para experimentos linguísticos”, reforçou Beto Richa, destacando a necessidade de manter a integridade da linguagem oficial em documentos e comunicações governamentais.

Assista ao vídeo com as explicações de Richa:

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