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“Não deixam ninguém trabalhar no calçadão”, diz jovem ferido por vendedores de alfajor

De acordo com o jovem, que terá o nome preservado, os vendedores de alfajor não permitem que ninguém mais faça abordagens a quem passa pelo calçadão
De acordo com o jovem, que terá o nome preservado, os vendedores de alfajor não permitem que ninguém mais faça abordagens a quem passa pelo calçadão

Luiz Henrique de Oliveira

30/08/22
às
18:16

- Atualizado há 4 anos

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Um dos jovens que trabalha como agenciador de modelos, ferido após uma briga no fim da manhã desta terça-feira (30) no calção da Rua XV de Novembro, no Centro de Curitiba, afirmou que os vendedores de alfajor se consideram donos do espaço: “Não deixam mais ninguém fazer abordagens”, afirmou.

Vendedor de alfajor em entrevista à imprensa (Foto: Colaboração)

De acordo com o jovem, que terá o nome preservado, os vendedores de alfajor não permitem que ninguém mais faça abordagens a quem passa pelo calçadão.

“A gente trabalha com abordagem no calçadão e os vendedores de alfajor nos privam de trabalhar com isso. A gente tentou entrar no consenso de poder abordar também e eles não quiseram conversa, vieram para cima da gente. Aconteceu uma briga generalizada”, afirmou o jovem.

Durante a confusão, três pessoas foram socorridas ao hospital com ferimentos de faca. Ainda, oito vendedores de alfajor foram presos pela Polícia Militar (PM).

Viaturas encaminharam suspeitos à delegacia (Foto: Colaboração)

Em entrevista à imprensa, o tenente Conde, da PM, afirmou que a confusão envolvendo os vendedores de alfajor são recorrentes. “Já temos os registros de outros episódios, além deles não respeitarem as nossas orientações”, salientou.

A Polícia Civil investiga o caso.

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