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Mulher esfaqueia cabeleireiro após ficar insatisfeita com corte: ‘Cebolinha’

Em vídeos divulgados nas redes sociais, a cliente diz ter ficado insatisfeita com o corte de cabelo
Cliente disse ter ficado insatisfeita com corte de cabelo e tentou esfaquear cabeleireiro Foto: Reprodução/Redes Sociais
Em vídeos divulgados nas redes sociais, a cliente diz ter ficado insatisfeita com o corte de cabelo

Estadão Conteúdo

07/05/26
às
8:11

- Atualizado há 3 segundos

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Uma mulher foi presa após esfaquear um cabeleireiro com uma faca de cozinha na tarde da quarta-feira, 5, em um salão de beleza na Barra Funda, zona oeste de São Paulo. Em vídeos divulgados nas redes sociais, a cliente diz ter ficado insatisfeita com o corte de cabelo.

“Vocês conseguem ver na minha franja? Tá parecendo o cebolinha porque ele cortou todo o meu cabelo. Eu mandei mensagem no WhatsApp e eles ficaram dois dias sem me responder. Aí sabe o que eu fiz? Ofendi ele. Falei: ‘seu viado desgraçado, arruma o meu cabelo’. Na hora ele respondeu”, disse a mulher. Segundo o relato, ela teria sofrido um corte químico, o que funcionários do salão negam.

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Imagens registradas por câmeras de segurança mostram o momento em que a mulher conversa com o cabeleireiro Eduardo Ferrari enquanto ele atende outra cliente. Em seguida, ele vira de costas e ela tira uma faca de cozinha da bolsa para esfaqueá-lo, e em seguida é contida pelos seguranças.

Em nota publicada nas redes sociais, Eduardo informou que a cliente realizou o procedimento há 30 dias, mas retornou nesta terça-feira afirmando estar insatisfeita e pedindo a devolução dos valores pagos.

“Diante da negativa, uma vez que o serviço havia sido regularmente prestado, a cliente passou a agir de forma agressiva e, de maneira inesperada e desproporcional, desferiu um golpe de faca nas costas de Eduardo”, informou.

Segundo o salão, o caso foi registrado como lesão corporal. “A delegada decidiu tratar o ocorrido como mera lesão corporal leve Não podemos normalizar ou silenciar situações como essa. Tentativa de homicídio é algo gravíssimo e precisa ser penalizado”, afirmou o salão. O Estadão procurou a Secretaria de Segurança Pública e aguarda o retorno.

“Eduardo encontra-se profundamente abalado em razão do ocorrido, mas felizmente, está bem e fora de risco. Reforçamos que ele sempre conduziu seu trabalho com profissionalismo, zelo e respeito ao seus clientes”, acrescentou. O estabelecimento fechou os atendimentos durante a semana após o ocorrido.

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