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Mulher é interrogada por cortar árvores plantadas em avenida de Curitiba; saiba a justificativa

Ela afirmou que cometeu o ato após o consumo de bebidas alcoólicas associado ao uso de medicamentos
(Foto: Reprodução de vídeo)
Ela afirmou que cometeu o ato após o consumo de bebidas alcoólicas associado ao uso de medicamentos

Luiz Henrique de Oliveira

05/01/26
às
14:49

- Atualizado há 2 dias

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Uma mulher de 57 anos foi identificada e interrogada pela Polícia Civil após cortar árvores plantadas nos últimos dias na Avenida Nossa Senhora da Luz, no bairro Jardim Social, em Curitiba. Ela afirmou que cometeu o ato após o consumo de bebidas alcoólicas associado ao uso de medicamentos. O caso é investigado como crime ambiental, já que as espécies atingidas são protegidas por legislação específica.

O plantio foi realizado pelo grupo Um Milhão de Árvores, que atua em ações de arborização urbana e conscientização ambiental em diferentes regiões da capital. De acordo com o delegado Guilherme Dias, responsável pela apuração, a suspeita foi ouvida e deverá ser indiciada por corte de árvores da Mata Atlântica, crime cuja pena pode chegar a três anos de prisão, sendo realizado em dois dias diferentes.

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“Ela foi identificada e interrogada. Será indiciada por corte de árvores da Mata Atlântica, que pode chegar a três anos de prisão. Como as ações ocorreram em dias diferentes, com retirada de árvores que poderiam ser recuperadas, vamos pedir medidas cautelares para que ela não possa se aproximar deste local”, afirmou o delegado.

Assista ao vídeo do crime:

Segundo a investigação, a mulher realizou o corte das árvores em mais de uma ocasião, o que agravou a situação. As plantas, conforme a Polícia Civil, tinham possibilidade de recuperação, mas acabaram sendo removidas de forma irregular, causando dano ambiental em área urbana. Diante de uma nova reincidência, a polícia deve solicitar à Justiça medidas cautelares, entre elas a proibição de que a investigada se aproxime novamente do local onde ocorreram os danos.

Durante o interrogatório, a mulher alegou que fazia uso de medicamentos controlados associados ao consumo de bebidas alcoólicas, o que, segundo ela, teria influenciado diretamente em seus atos. A informação foi registrada no inquérito e será analisada no andamento do processo, mas não impede o indiciamento.

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