PUBLICIDADE
Brasil /
BRASIL

Motorista condenado por matar ciclista Marina Harkot é preso após 5 meses foragido

José Maria foi condenado a 13 anos de prisão em janeiro de 2025, sentença confirmada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP)
Motorista José Maria da Costa Júnior fugiu sem prestar socorro após atropelar ciclista Marina Harkot em São Paulo, em 2020 Foto: Divulgação/Polícia Civil e Reprodução/Arquivo pessoal
José Maria foi condenado a 13 anos de prisão em janeiro de 2025, sentença confirmada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP)

Estadão Conteúdo

23/04/26
às
8:28

- Atualizado há 8 segundos

Compartilhe:

O empresário José Maria da Costa Júnior, condenado em 2025 por atropelar e matar a sociológa e pesquisadora Marina Kohler Harkot em novembro de 2020, foi preso nesta quarta-feira, 22, em Pouso Alegre (MG), após cinco meses foragido. A informação foi confirmada ao Estadão pelo advogado de defesa de Costa Júnior, José Miguel da Silva Júnior.

De acordo com o advogado, a audiência de custódia já foi realizada e agora a defesa aguarda o julgamento de um habeas corpus do motorista junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), além dos recursos pertinentes ao caso.

Para receber as principais informações do dia pelo WhatsApp entre no grupo do Portal Nosso Dia clicando aqui

José Maria foi condenado a 13 anos de prisão em janeiro de 2025, sentença confirmada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) em novembro do mesmo ano. Na ocasião, o TJ-SP rejeitou recurso do Ministério Público que pedia por um tempo de prisão maior (18 anos) e determinou o cumprimento imediato da pena. Desde então, o motorista era considerado foragido.

A prisão ocorre no dia em que Marina Harkot completaria 34 anos, se ainda estivesse viva. No dia 8 de novembro de 2020, José Maria dirigia em alta velocidade pela Avenida Paulo VI, em São Paulo, após ingerir bebida alcoólica, quando colidiu com a vítima, que estava de bicicleta na mesma via.

Após o acidente, o motorista fugiu sem prestar socorro. A jovem chegou a ser socorrida por médicos que passavam pelo local, mas não resistiu aos ferimentos. Marina era socióloga e estudava ciclomobilidade e questões de gênero.

A identificação do carro foi possível graças a uma policial testemunha, que anotou a placa do veículo. Depois, a polícia confirmou por meio de câmeras que aquele veículo circulava pela região no horário do ocorrido.

TÁ SABENDO?

BRASIL

© 2024 Nosso dia - Portal de Noticias