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Moro quebra silêncio sobre áudios de Flávio Bolsonaro e diz que sinônimo de corrupção é o PT

A declaração ocorre após críticas feitas pelo deputado estadual Requião Filho, que questionou o silêncio do senador paranaense diante da repercussão nacional dos áudios
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A declaração ocorre após críticas feitas pelo deputado estadual Requião Filho, que questionou o silêncio do senador paranaense diante da repercussão nacional dos áudios

Redação Nosso Dia

15/05/26
às
7:53

- Atualizado há 18 segundos

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O senador Sergio Moro (PL), pré-candidato ao Governo do Paraná, se manifestou pela primeira vez sobre os áudios e mensagens envolvendo Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Em publicação nas redes sociais, Moro minimizou as acusações ao parceiro de palanque e afirmou que “sinônimo de corrupção no Brasil é o PT”. Ele ainda saiu em defesa da instalação de uma CPMI para investigar o caso.

A declaração ocorre após críticas feitas pelo deputado estadual Requião Filho, também pré-candidato ao Governo, que questionou o silêncio do senador paranaense diante da repercussão nacional dos áudios. Segundo Moro, toda a oposição já assinou o pedido de criação da CPMI do Banco Master, incluindo Flávio Bolsonaro. “Eu e toda a oposição, inclusive Flávio Bolsonaro, já assinamos a CPMI do Banco Master”, afirmou.

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O senador também disse que Flávio apresentou explicações sobre o episódio e reafirmou apoio à investigação. “Flávio Bolsonaro apresentou suas explicações sobre o episódio, que está sendo explorado pelo PT, e reiterou seu posicionamento favorável à instalação da comissão”, declarou.

Moro aproveitou a manifestação para atacar o Partido dos Trabalhadores e associar o partido a escândalos de corrupção. “Sinônimo de corrupção no Brasil é o PT. Mensalão, Petrolão, roubo dos aposentados e pensionistas do INSS, enquanto milhões de famílias estão endividadas”, disse.

O senador ainda afirmou que sempre defendeu uma investigação ampla sobre o caso envolvendo o Banco Master. É o que eu sempre defendi, a instalação da CPMI do Master e uma investigação ampla e profunda. Quem não deve, não teme”, completou.

Na sequência, Moro voltou a criticar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e acusou o PT de atuar contra investigações no Congresso. “Enquanto isso, o PT não quer saber de CPI. E trabalhou na CPMI do INSS pra blindar os indicados por Lula e seu filho Lulinha – investigado pelas ligações com o Careca do INSS”, concluiu.

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