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Ministro diz que trabalhará para benefício a caminhoneiro e taxista se perpetuar

Tornar os benefícios para caminhoneiros e taxistas permanentes depende da aprovação de uma lei no Congresso Nacional
Tornar os benefícios para caminhoneiros e taxistas permanentes depende da aprovação de uma lei no Congresso Nacional

Estadão Conteúdo

15/08/22
às
16:13

- Atualizado há 4 anos

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O ministro do Trabalho e Previdência, José Carlos Oliveira, afirmou nesta segunda-feira, 15, que trabalhará para que o pagamento dos benefícios para caminhoneiros e taxistas se torne uma política pública permanente. Pela lei vigente, os repasses dos dois benefícios acabam em dezembro.

Caminhoneiros (Foto: Solange Frazão – Agência Brasil)

“Eu não vejo problema dessa política se perpetuar. Não vejo que seja impossível disso acontecer. É claro que vai depender da situação econômica do Brasil e do mundo. Eu vejo com bons olhos que sigamos, assim como estamos fazendo no Auxílio Brasil, com essa distribuição de renda. O que depender de mim e do nosso presidente, pode ter certeza, vamos trabalhar para que esses benefícios se perpetuem sim”, disse Oliveira.

Tornar os benefícios para caminhoneiros e taxistas permanentes depende da aprovação de uma lei no Congresso Nacional. O governo destinou R$ 7,4 bilhões para o pagamento dessas parcelas até dezembro.

Até o momento, 190.861 caminhoneiros já receberam as duas primeiras parcelas de R$ 1.000,00 do benefício. Além disso, 245 213 motoristas de táxi receberão nesta terça-feira, 16, as duas primeiras parcelas. Com esses pagamentos, o governo injetará R$ 490,4 milhões na economia.

Criação de empregos com carteira assinada

O ministro do Trabalho e Previdência afirmou também que o Brasil deve criar 2 milhões de empregos com carteira assinada em 2022. Segundo o ministro, a projeção inicial do governo em janeiro era de que 1,5 milhão de empregos formais seriam criados no ano. Entretanto, nos seis primeiros meses de 2022 já foram criadas 1 334.791 de vagas com carteira assinada no País, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) .

“Vamos superar a projeção inicial e vamos chegar a 2 milhões de empregos em 2022. Vamos divulgar os dados do Caged de julho daqui duas semanas e vamos apresentar dados positivos mais uma vez. A recuperação econômica tem ajudado nesse processo. A taxa de desemprego já está em um dígito”, disse ele.

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