
- Atualizado há 4 anos
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)se pronunciou em suas redes sociais sobre a morte do guarda municipal Marcelo Arruda, que era filiado ao partido e foi candidato a vice-prefeito em Foz do Iguaçu nas eleições de 2020. Segundo relatos, o atirador seria José da Rocha Guaranho, um agente penitenciário federal e apoiador do presidente Jair Bolsonaro.

“Uma pessoa, por intolerância, ameaçou e depois atirou nele, que se defendeu e evitou uma tragédia maior. Duas famílias perderam seus pais. Filhos ficaram órfãos, inclusive os do agressor. Meus sentimentos e solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de Marcelo Arruda”, afirmou.
Em sua publicação, Lula também pediu “compreensão e solidariedade com os familiares” de José da Rocha Guaranho e sugeriu que ele foi influenciado pelo “discurso de ódio” do presidente Jair Bolsonaro.
Também peço compreensão e solidariedade com os familiares de José da Rocha Guaranho, que perderam um pai e um marido para um discurso de ódio estimulado por um presidente irresponsável. Pelos relatos que tenho, Guaranho não ouviu os apelos de sua família para que seguisse com a sua vida. Precisamos de democracia, diálogo, tolerância e paz.”
Em nota oficial, o PT afirma que Arruda foi assassinado pelo homem identificado com o bolsonarismo, que, momentos antes do crime, havia interrompido a festa e ameaçado os presentes com uma arma na mão, na sede da Associação Esportiva Saúde Física Itaipu. Conforme a nota, Marcelo Arruda foi abordado no estacionamento e tentou se defender com sua arma funcional e houve troca de tiros. O partido afirma que Guaranho também morreu.