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Crime nas praias /
SEGURANÇA

Júri de homem acusado de matar youtuber em Pontal do Paraná é adiado de novo

Conforme a apuração do Nosso Dia, a decisão se deu em razão do número insuficiente de jurados para dar início a sessão do Tribunal do Júri
Conforme a apuração do Nosso Dia, a decisão se deu em razão do número insuficiente de jurados para dar início a sessão do Tribunal do Júri

Redação

24/10/22
às
13:50

- Atualizado há 3 anos

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O julgamento do acusado de matar a youtuber Isabelly Cristine Santos, de 14 anos, Everton Vargas, que aconteceria nesta segunda-feira (24) em Pontal do Paraná, no Litoral do estado, foi novamente adiado. O crime aconteceu em fevereiro de 2018, após uma suposta briga de trânsito.

Isabelly morreu quando tinha 14 anos (Foto: Reprodução Instagram)

Conforme a apuração do Nosso Dia, a decisão se deu em razão do número insuficiente de jurados para dar início a sessão do Tribunal do Júri, já que houve dispensas. Uma nova data deverá ser marcada, ainda indefinida.

Segundo o Ministério Público, Everton responde pelos crimes de homicídio qualificado por motivo torpe e porte ilegal de arma de fogo. Ainda, a Justiça definiu que o irmão dele, Cleverson Vargas, fosse processado por embriaguez ao volante. Ele dirigia o carro no momento em que o crime aconteceu.

O júri popular estava marcado inicialmente para março, mas foi adiado para outubro, sob a a justificativa de que algumas imagens da reconstituição do crime fossem incluídas no processo. Agora, foi novamente protelado. Desde o primeiro adiamento, o réu passou a cumprir prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica.

O crime

Segundo a Polícia Civil, Isabelly morreu após ser atingida com um tiro na cabeça, em Pontal do Paraná. Ela estava sentada no banco traseiro de um veículo, ao lado da mãe, Rosania Domingos dos Santos, na madrugada do dia 14 de fevereiro. O pai da garota e um amigo também estavam no carro.

O caso aconteceu na PR-412, durante uma suposta briga de trânsito. O motorista do carro de Isabelly afirmou que foi fechado por um veículo antes do crime, de onde um dos ocupantes desceu e disparou.

Já Everton e o irmão, Cléverson, afirmaram que foram ameaçados e agiram por ‘instinto de defesa’.

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