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Homem é indiciado por espionar janelas e praticar atos libidinosos no Paraná

O investigado aproximava-se das aberturas para observar moradores em sua intimidade enquanto praticava atos de masturbação em plena via pública
Foto: Fábio Dias/EPR
O investigado aproximava-se das aberturas para observar moradores em sua intimidade enquanto praticava atos de masturbação em plena via pública

Redação com PCPR

25/03/26
às
13:25

- Atualizado há 19 segundos

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) concluiu o inquérito policial e indiciou um homem, de 62 anos, por práticas reiteradas do crime de importunação sexual na cidade de Ponta Grossa, nos Campos Gerais.

Segundo as investigações, o idoso utilizava o seu veículo para rondar residências durante as madrugadas, aproveitando-se da arquitetura de casas antigas cujas janelas são rentes à calçada. O investigado aproximava-se das aberturas para observar moradores em sua intimidade enquanto praticava atos de masturbação em plena via pública. 

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“A gravidade da situação foi confirmada por registros em vídeo feitos pela filha de um dos noticiantes, uma adolescente de 16 anos, e pelo depoimento de um vizinho, que relatou ter flagrado o suspeito observando o quarto do casal por meio de uma fresta na cortina logo após ambos saírem do banho”, explica o delegado da PCPR Derick Moura.

Diante da reiteração das condutas, a PCPR, com parecer favorável do Ministério Público, representou pela decretação da prisão preventiva do indivíduo para garantia da ordem pública. “Contudo, o Poder Judiciário indeferiu o pedido de prisão, sob o argumento de que o investigado é primário e que as condutas, embora reprováveis, não foram praticadas com violência ou grave ameaça”, complementa o delegado.

Em substituição, foram impostas medidas cautelares diversas da prisão, como o uso de monitoração eletrônica, recolhimento domiciliar noturno e a proibição total de contato ou aproximação das vítimas e de suas residências.

Posteriormente, o investigado compareceu à delegacia acompanhado de seu advogado, foi interrogado e exerceu seu direito constitucional ao silêncio. Ele foi formalmente indiciado pelo crime de importunação sexual, que possui pena de até 5 anos de reclusão.

Com a conclusão, o inquérito policial foi concluído e remetido ao Ministério Público local para adoção das providências cabíveis.

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