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Homem atuava como voluntário em eventos esportivos para estuprar crianças no Paraná, diz polícia

Segundo a delegada da PCPR Riccelly Maria Donha, atuando como voluntário, ele conquistava a confiança das famílias e atraía os menores para sua residência
Foto: Fábio Dias/EPR
Segundo a delegada da PCPR Riccelly Maria Donha, atuando como voluntário, ele conquistava a confiança das famílias e atraía os menores para sua residência

Redação*

24/02/26
às
7:35

- Atualizado há 10 segundos

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Um homem, de 35 anos, foi preso pela Polícia Civil do Paraná (PCPR) suspeito de cometer estupro de vulnerável contra três crianças. A captura aconteceu na sexta-feira (20), em Luiziana, na região Noroeste do Estado. O suspeito era voluntário em eventos esportivos para ganhar confiança das vítimas e cometer os crimes.

As investigações, que tiveram início em setembro de 2025 após o registro de um boletim de ocorrência, revelaram que o suspeito utilizava uma estratégia sistemática de aproximação.

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Segundo a delegada da PCPR Riccelly Maria Donha, atuando como voluntário, ele conquistava a confiança das famílias e atraía os menores para sua residência sob o pretexto de oferecer lazer, como uso de piscina e jogos de videogame.

A prisão do indivíduo foi considerada imprescindível pela Justiça devido ao risco concreto de reiteração criminosa, visto que o homem continuava frequentando ginásios municipais e espaços públicos destinados a crianças, mantendo a mesma estratégia de abordagem mediante ofertas financeiras e brindes.

“O suspeito já foi denunciado pelo Ministério Público pela prática do crime previsto no artigo 217-A do Código Penal”, afirmou. Se condenado, as penas podem ser aplicadas de forma reiterada, considerando o número de vítimas e a continuidade dos fatos. 

O processo tramita sob segredo de justiça para preservar a identidade e a intimidade das vítimas, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A PCPR reforça a importância de que pais e responsáveis fiquem atentos a comportamentos atípicos de adultos que buscam aproximação excessiva com crianças mediante ofertas materiais e solicita que qualquer nova informação sobre o caso seja repassada via denúncia por meio da Delegacia, Polícia Militar ou mesmo de forma anônima.

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