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Greca rejeita articulações para ser vice: “Eu sou o último homem livre dessa eleição”

Nos bastidores, o MDB de Greca tem sido alvo de investidas dos principais grupos políticos que disputam o Governo do Paraná
rafael greca
Rafael Greca (MDB) Foto: Divulgação
Nos bastidores, o MDB de Greca tem sido alvo de investidas dos principais grupos políticos que disputam o Governo do Paraná

Redação Nosso Dia

27/07/26
às
7:39

- Atualizado há 22 segundos

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O ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (MDB) afirmou neste domingo (26) que não pretende abrir mão da disputa pelo Governo do Paraná nas eleições de 2026, apesar das articulações para que componha uma chapa como candidato a vice-governador. Em entrevista ao podcast do Jornal O Paraná, de Cascavel, Greca disse que continuará na corrida eleitoral e afirmou que tem recebido apoio da população para manter a candidatura. “Todo mundo me quer de vice, ninguém me quer de governador nos palácios, mas as ruas me querem de governador. Eu não vou desistir”, declarou. (Assista ao vídeo mais abaixo)

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Nos bastidores, o MDB de Greca tem sido alvo de investidas dos principais grupos políticos que disputam o Governo do Paraná. A chapa liderada pelo deputado federal Sandro Alex (PSD), candidato ao Palácio Iguaçu com apoio do governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD), busca atrair o partido para compor a aliança. O mesmo movimento é feito pelo senador Sérgio Moro (PL) e pelo deputado estadual Requião Filho (PDT), que também disputam o governo estadual e têm realizado sondagens ao MDB para que Greca componha a chapa como candidato a vice-governador.

Greca também afirmou que não está alinhado a nenhum dos principais grupos políticos que disputam a sucessão estadual e se definiu como o último homem livre dessa eleição. “Eu não pertenço ao Rueda, nem ao Ricardo Barros, muito menos ao Ratinho. Eu não pertenço nem ao Flávio Bolsonaro, nem ao Lula. Eu pertenço ao povo do Paraná”, afirmou.

Durante a entrevista, o ex-prefeito disse acreditar que sua candidatura continuará crescendo e minimizou o peso do tempo de propaganda eleitoral. “Com pouco tempo de televisão, podem me deixar o menor possível. Eu sei falar. A palavra só permanece quando a língua bebe a verdade na taça do coração”, disse.

Greca também voltou a afirmar que as articulações para que aceite uma candidatura a vice-governador têm motivações políticas. “Os curitibanos não são ingratos, têm memória do bem que eu já fiz. Por isso todos me querem de vice, para me usar como cavalo de Troia para dominarem o Paraná por interesses alheios à história do Paraná”, declarou.

Assista ao vídeo:

Em outro trecho da entrevista, Greca defendeu a identidade do Estado e afirmou que pretende governar pensando em todo o Paraná. “O Paraná não pertence a um grupo econômico, não pertence a só um segmento da população. O Paraná pertence ao povo”, afirmou.

Greca deixou o PSD em março deste ano após concluir que não teria espaço para disputar o Governo do Paraná pela legenda do governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD). Em seguida, filiou-se ao MDB, partido que lhe ofereceu a possibilidade de concorrer ao Palácio Iguaçu.

A candidatura de Greca deve ser oficializada no próximo domingo (2), quando o MDB realiza a convenção estadual para definir a chapa que disputará as eleições de 2026. O encontro ocorrerá uma semana após o PSD oficializar Sandro Alex como candidato ao Palácio Iguaçu.

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