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Golpistas usam nome do Hospital Erastinho em Curitiba e instituição faz alerta a pacientes

Tipo de fraude tem um padrão: golpistas se aproveitam da fragilidade emocional de familiares e utilizam informações básicas sobre pacientes para dar credibilidade à abordagem
erastinho
Fachada do Hospital Erastinho. Foto: Marcelo Andrade/Divulgação
Tipo de fraude tem um padrão: golpistas se aproveitam da fragilidade emocional de familiares e utilizam informações básicas sobre pacientes para dar credibilidade à abordagem

Redação Nosso Dia

24/03/26
às
9:45

- Atualizado há 3 horas

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O Hospital Erastinho, referência no atendimento oncológico pediátrico, fez um alerta importante a pacientes e familiares, após identificar tentativas de golpe envolvendo o nome da instituição. Criminosos estariam se aproximando de pessoas próximas a pacientes para solicitar dados pessoais e pagamentos indevidos.

Segundo o hospital, não há entrega de exames em domicílio nem envio de profissionais para assinatura de documentos fora da unidade. Toda comunicação, orientação e cobrança ocorrem exclusivamente pelos canais oficiais e dentro da instituição. O hospital emitiu um comunicado oficial.

O caso não é isolado. Em Curitiba, há registros de tentativas der golpes semelhantes em unidades de saúde. Em 2025, a Prefeitura também fez um alerta sobre criminosos que estavam se passando por profissionais do sistema público e solicitavam pagamentos via Pix para realização de exames e procedimentos. Essa prática ilegal, já que atendimentos pelo SUS são gratuitos.

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Mais recentemente, hospitais da capital também reforçaram o alerta após denúncias de criminosos que ligam para familiares de pacientes internados, alegando urgência na liberação de exames, medicamentos ou cirurgias mediante pagamento imediato. A polícia foi acionada em todos os casos.

Fragilidade

Esse tipo de fraude tem um padrão: os golpistas se aproveitam da fragilidade emocional de familiares e utilizam informações básicas sobre pacientes para dar credibilidade à abordagem. No caso de Santo Amaro, em São Paulo, criminosos chegaram a se passar por médicos para solicitar transferências bancárias, o que levou até decisões judiciais com condenação por falhas de segurança da informação.

Diante desse cenário, o hospital reforça orientações de segurança: não compartilhar dados pessoais, não realizar pagamentos fora dos canais oficiais e desconfiar de qualquer contato externo em nome da instituição.

Caso receba esse tipo de abordagem, a recomendação é interromper imediatamente a conversa e buscar confirmação diretamente com o hospital.

Erastinho

A instituição destaca que, além da assistência médica, a proteção contra fraudes também faz parte do cuidado com pacientes e familiares — e exige atenção redobrada diante do aumento desse tipo de crime.

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