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Em Paranaguá, no Litoral do estado, o Ministério Público do Paraná, por meio do núcleo local do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), cumpriu na manhã desta quarta-feira, 25 de fevereiro, mandados de busca e apreensão em endereços relacionados a dois guardas municipais. Eles são investigados, no âmbito da Operação Prometeus, pela suspeita de haverem ateado fogo em uma pessoa na noite de 4 de setembro do ano passado.
As buscas foram realizadas nas residências dos investigados e no local de trabalho deles, com a apreensão de objetos, inclusive aparelhos celulares, que poderão ajudar na elucidação do caso.
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A vítima do possível crime é um morador da Ilha dos Valadares, que teria sido torturado, ferido e incendiado pelos guardas após ter sido indicado como possível autor do furto de uma bicicleta, o que não foi comprovado.
O homem teria conseguido rolar por um barranco e entrar num rio, de modo a livrar-se do fogo ateado pelos investigados com álcool em sua roupa. Ele foi socorrido e levado pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) ao Hospital Regional de Paranaguá, onde foram constatados ferimentos e queimaduras.