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Frente parlamentar diz que informação sobre paralisação de caminhoneiros é falsa

Em nota, a Frente Parlamentar condena "o uso indevido" do nome da categoria por jornalistas e veículos "tendenciosos de extrema direita"
Em nota, a Frente Parlamentar condena "o uso indevido" do nome da categoria por jornalistas e veículos "tendenciosos de extrema direita"

Estadão Conteúdo

20/11/22
às
8:12

- Atualizado há 3 anos

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A Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Caminhoneiros Autônomos e Celetistas afirmou neste sábado, 19, que é falsa a informação de que a categoria pretende promover movimento de paralisação ou de obstrução de estradas para protestar contra decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

(Valter Campanato/Agência Brasil)

Em nota, assinada pelo seu presidente, deputado Nereu Crispim (PSD-RS), a Frente Parlamentar condena “o uso indevido” do nome da categoria por jornalistas e veículos “tendenciosos de extrema direita” que apoiam o “candidato que perdeu as eleições no dia 30 de outubro”, em referência ao presidente Jair Bolsonaro, derrotado pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.

O ministro Alexandre de Moraes determinou na última quinta-feira, 17, bloqueio de contas bancárias de dez pessoas e de 33 empresas suspeitas de financiar atos com mensagens antidemocráticas que bloquearam rodovias em todo o País após o segundo turno da corrida presidencial.

“A categoria aceita de forma democrática o resultado das eleições e não tem nada a contrapor quanto à segurança das urnas eletrônicas!”, afirma a Frente Parlamentar, acrescentando que divulgou a nota de esclarecimento a “pedido de várias entidades que representam a categoria” em todo o País. “Caminhoneiro não é massa de manobra de empresário financiador de golpe Institucional!”

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