
- Atualizado há 3 anos
Felipão vai ser anunciado como técnico do Atlético-MG nas próximas horas. Ele já se despediu dos jogadores e comissão técnica do Atlhetico-PR. Não pretendia negociar com o Atlético-MG na condição de “bombeiro” do clube de Belo Horizonte após a demissão de Coudet. Ao mesmo tempo, o Furacão dispensou Paulo Turra, que era nome de confiança de Scolari. Agora, a equipe vai em busca de um novo treinador.
Aos 74 anos e em seu primeiro ano como coordenador do Athletico-PR, Felipão montou sua vida em Curitiba e se dizia feliz no Paraná. Recentemente, recusou oferta de uma seleção do mundo árabe com intenção de levá-la para a Copa do Mundo de 2026. Havia muito dinheiro envolvido, mas a mudança era grande. Desta vez, houve alguns caminhos para essa negociação com o time mineiro. O preparador de goleiro Carlos Pracidelli vai com ele para Minas. Alexandre Mattos, diretor de futebol do time paranaense, informou alguns jornalistas da saída de Scolari. E demitiu Paulo Turra.
O primeiro deles foi ter esse plano de trabalho por mais de seis meses. Talvez duas ou três temporadas. O segundo passo foi definir uma oferta financeira. Os dirigentes do time mineiro sabiam quanto custaria um treinador estrangeiro e precisavam ter a mesma disposição para seduzir Felipão. E assim fizeram. O elenco ganha com a agilidade de trabalhar com um técnico brasileiro que já conhecem. Qualquer estrangeiro levaria mais tempo para se adaptar e fazer a equipe render. Felipão tinha de resolver com a família e com o Atlhetico-PR. Fez tudo nesta sexta. O Ge deu a informação inicialmente.
Em Minas, os dirigentes do Atlético estavam bastante otimistas com a possibilidade de trazer Felipão de volta à beira dos gramados antes mesmo de ele dizer “sim”.Se anteciparam em divulgar para acalmar os ânimos. Correram risco de perder o treinador. Felipão recusou uma vez a seleção inglesa porque a negociação vazou. O mesmo aconteceu com o Benfica. Mas ele queria muito voltar a trabalhar no campo.
Os cartolas entendem que a equipe pode se dar bem com ele no comando. Nas redes sociais, a torcida não se sente muito confortável ainda. O elenco é forte, mas não vem rendendo. Hulk e Felipão trabalharam juntos na Copa do Mundo de 2014. Vão se reencontrar agora.
A negociação foi rápida, o Atlético-MG viu brecha e trabalhou rápido. Scolari nunca esqueceu sua função à beira do gramado. Era coordenador, mas vinha recusando convites e “brigando” contra uma decisão que já estava tomada. Ele queria voltar.