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Extremistas portavam arma e spray de pimenta em caravana que tentava escapar

As armas foram apreendidas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), durante operação para reprimir e investigar suspeitos de participar dos atos de destruição na capital federal
As armas foram apreendidas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), durante operação para reprimir e investigar suspeitos de participar dos atos de destruição na capital federal

Estadão Conteúdo

10/01/23
às
7:27

- Atualizado há 3 anos

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Extremistas do grupo bolsonarista que atacou a sede dos poderes em Brasília, numa tentativa de promover um golpe de Estado, portavam armas de fogo e equipamento como spray de pimenta, um tipo de armamento não letal, de comercialização controlada. As armas foram apreendidas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), durante operação para reprimir e investigar suspeitos de participar dos atos de destruição na capital federal.

Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto (Foto: Agência Brasil)

As informações constam em anotações do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino. Em entrevista, Dino afirmou nesta segunda-feira, dia 9, apenas que uma arma de fogo havia sido apreendida, quando a PRF interceptou ônibus que tentavam escapar de Brasília. O coletivo já trafegava por Goiás.

No papel, porém, constam mais detalhes, como a informação de que a arma era um revólver municiado com seis projéteis. As balas estavam intactas. O passageiro com o revólver viajava no ônibus de placa MFS2496. O coletivo foi apreendido na BR-040. No momento da abordagem, outro passageiro reagiu. Ele dispensou o gás de pimenta dentro do veículo.

Ao todo, 40 veículos foram abordados e recolhidos. Quinze ônibus estavam em deslocamento, logo após a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, com ordens de prisão no acampamento montado no Quartel-General do Exército.

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