
- Atualizado há 4 anos
A enfermeira Franciele Cordeiro, de 28 anos, trabalhava em três hospitais diferentes. Na noite de terça-feira, ela foi assassinada pelo ex-companheiro e policial militar, Dyegho Henrique Almeida, que em seguida cometeu o suicídio, no bairro Rebouças, em Curitiba.

A jovem era apaixonada pela área da saúde, onde prestava serviços para a Prefeitura de Curitiba, a Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena) e o CMP (Complexo Médico Penal).
Por meio de nota, o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Curitiba e Região, SINDESC, lamentou a morte da jovem.
“O SINDESC reafirma o repúdio contra toda e qualquer violência, intolerância e preconceito, em especial contra as mulheres. Nossa categoria é composta em sua maioria por mulheres, sendo vítimas de violências, abusos e mortes constantes. Precisamos combater esta realidade que assombra diariamente a vida das mulheres de todo nosso Brasil. Nossos sinceros sentimentos aos familiares da Franciele, mais uma vez lamentamos a perda desta profissional da enfermagem”, disse o sindicato por meio de nota.
A Unidade da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba (UNIICA) também emitiu nota de pesar.
“Aos familiares e amigos, prestamos nossas profundas condolências e orações oferecendo, pela nossa Fé, o conforto espiritual neste momento. Franciele trabalhava como Técnica de Enfermagem na UNIICA 1, atuando ativamente no cuidado individual, sempre com empatia e profissionalismo em prol dos enfermos e assumindo a missão de cuidar de vidas e desenvolver pessoas. Sua memória ficará para sempre em nossos corações. Nossos sinceros sentimentos”, diz a nota.
O velório de Franciele aconteceu desde a noite desta quarta-feira (14) em Curitiba. O sepultamento acontece na tarde desta quinta (15), no Cemitéiro Municipal. Ela deixa dois filhos, de 11 e 13 anos, fruto de um relacionamento anterior.
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