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Curitiba registra uma das menores taxas de desemprego do país, aponta IBGE

A taxa de desemprego caiu para 4,3%, abaixo da média nacional, de 5,4%, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (28)
Taxa de desemprego em Curitiba fica abaixo da média nacional. Foto: José Fernando Ogura/SECOM (arquivo)
A taxa de desemprego caiu para 4,3%, abaixo da média nacional, de 5,4%, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (28)

Redação Nosso Dia

29/11/25
às
17:05

- Atualizado há 9 segundos

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Curitiba alcançou uma das melhores marcas do mercado de trabalho brasileiro no trimestre encerrado em outubro. A taxa de desemprego caiu para 4,3%, abaixo da média nacional, de 5,4%, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado coloca a capital paranaense entre as cidades de grande porte com melhor desempenho e consolida o menor patamar desde o início da série histórica da Pnad Contínua, em 2012.

Para o prefeito Eduardo Pimentel, o avanço está diretamente ligado às políticas municipais de incentivo à empregabilidade. Ele afirma que a cidade tem investido na aproximação entre trabalhadores e empresas, com iniciativas como o Sine Móvel, o Tarifa Zero a Caminho do Emprego e a ampliação dos mutirões de contratação. Segundo Pimentel, os números demonstram o impacto dessas ações.

“Curitiba tem estruturada uma forte política de apoio à geração de empregos e promove ações que aproximam quem procura trabalho de quem está contratando. Lançamos o Sine Móvel, o Tarifa Zero a Caminho do Emprego e ampliamos os mutirões de contratação. Os números confirmam o impacto desse trabalho”, afirma.

O vice-prefeito e secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Paulo Martins, avalia que o cenário atual reforça a condição de quase pleno emprego na capital. Ele afirma que Curitiba vive um momento de grande oferta de oportunidades e de busca ativa por parte dos trabalhadores. Em suas palavras, trata-se de uma cidade dinâmica, onde novas vagas surgem diariamente e onde o poder público atua para aproximar candidatos e empregadores.

 “Temos uma cidade dinâmica, onde as vagas aparecem todos os dias e onde o poder público trabalha para aproximar as pessoas das oportunidades”, disse.

O IBGE já havia divulgado outro dado positivo em outubro. Curitiba aparece na terceira posição entre as capitais brasileiras com maior proporção da população economicamente ativa ocupada. De acordo com o instituto, 62,39% dos curitibanos com mais de 14 anos estão trabalhando, o equivalente a cerca de 939 mil pessoas. Apenas Palmas e Florianópolis apresentam percentuais maiores. Para Martins, esse desempenho reforça o compromisso da cidade com a qualificação profissional e com a preparação dos trabalhadores para o mercado.

Outro indicador favorável é o saldo de empregos formais. Entre janeiro e setembro de 2025, Curitiba gerou 24.983 vagas com carteira assinada, conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O período registrou 449.286 admissões e 424.303 desligamentos, com destaque para o setor de serviços, responsável por 17.565 novas vagas, seguido por comércio, indústria, construção e agropecuária. A capital foi responsável por 20% de todos os postos de trabalho criados no Paraná nos primeiros sete meses do ano.

A prefeitura aponta que os resultados são consequência de uma combinação de ações que envolvem capacitação, intermediação de mão de obra e apoio à mobilidade. Os Liceus de Ofícios seguem como referência em formação profissional, enquanto as unidades móveis do Sine levam orientação, vagas e atendimento ao seguro-desemprego para diferentes regiões da cidade. A Central do Empregador auxilia empresas no cadastro de vagas e na seleção de candidatos, além de disponibilizar espaços públicos para mutirões.

Com o Tarifa Zero, trabalhadores que têm entrevistas de emprego recebem duas passagens gratuitas de ônibus. Nos primeiros seis meses, mais de 4,5 mil pessoas foram atendidas. Desde maio, quando começou o programa Emprega Curitiba, 291 empresas participaram das ações, oferecendo 29.732 vagas. Do total de 12.400 pessoas atendidas, 2.790 foram contratadas, uma taxa de aproveitamento de 22,5%.

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