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Curitiba ganha praça de uso coletivo em terreno privado; conheça o local

O terreno de mais de 280 metros quadrados, é de propriedade da Incorporadora Weefor e dá acesso ao plantão de vendas do MOVA.WF, segundo empreendimento da empresa na cidade
(Foto: Divulgação)
O terreno de mais de 280 metros quadrados, é de propriedade da Incorporadora Weefor e dá acesso ao plantão de vendas do MOVA.WF, segundo empreendimento da empresa na cidade

Redação*

11/03/24
às
7:32

- Atualizado há 2 anos

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Curitiba ganha nova praça na Rua Cândido Xavier, número 58 — um espaço de convívio que com escapes de área verde e área não construída. O terreno de mais de 280 metros quadrados, é de propriedade da Incorporadora Weefor e dá acesso ao plantão de vendas do MOVA.WF, segundo empreendimento da empresa na cidade.  

Criar um espaço particular de uso público é uma mudança de paradigma na Construção Civil brasileira, na qual a especulação imobiliária promove que quanto mais área privada, melhor. Promover melhorias para o bairro e para o entorno de um empreendimento, além de estimular a interação com a comunidade local, também podem trazer uma valorização do imóvel, tornando o local mais desejável, habitável, seguro e atrativo. “A praça promove a interação social para celebrar e fortalecer os laços com a comunidade local, reforçando o compromisso da Weefor com a integração à cidade”, relata Maria Eugênia Fornea.

Praça Weefor Eco

Com paisagismo e luminotécnico assinados pela Bloco Base, o espaço tem como foco os pedestres que transitam na Rua Cândido Xavier e precisam de um local confortável, seguro e atrativo para se desconectar, como um oásis de tranquilidade em meio a selva de pedra. 

“Logo na entrada da praça criamos um banco, estimulando as pessoas a ocuparem a rua. Ali elas podem fazer um momento de pausa, atender o telefone ou simplesmente ler um livro. Além disso, trazemos bicicletários, lixeiras e bebedouros, serviços indispensáveis para convidar o público, e bancos e mesas para garantir o conforto dos visitantes”, explica Iago de Oliveira, sócio fundador da Bloco Base e um dos responsáveis pelo projeto.

O espaço passa do estéril e cinza para um túnel vegetado, levando o usuário por uma jornada de reconexão com a natureza, baseado em conceitos da biofilia — diretriz de projeto que fomenta uma reconexão humana ao ambiente natural. Para isso foram usados itens que buscam a sensação de estar em uma mata nativa ou floresta tropical, buscando uma conexão visual com os usuários.

  • A iluminação é dinâmica e difusa, filtrada pelos maciços vegetais, criando jogos de luz e sombra.
  • As formas e padrões de bancos e mesas se alternam entre curvas e maciços formando desenhos não lineares, assim como na natureza, que tem uma complexidade e organização ímpar.
  • A vegetação é exclusivamente nativa com espécies endêmicas em risco de extinção, apoiando a regeneração ambiental. 
  • Com uma preocupação na seleção das árvores frutíferas para proteger a avifauna da região.

*Com informações da assessoria de imprensa

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