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Criança vítima de afogamento teve resgate aéreo atrasado por drone irregular no Litoral

Aeronave precisou abortar decolagem em Guaratuba; operador foi preso por atentado à segurança do transporte aéreo
Foto: PMPR
Aeronave precisou abortar decolagem em Guaratuba; operador foi preso por atentado à segurança do transporte aéreo

Redação Nosso Dia

17/02/26
às
9:23

- Atualizado há 27 segundos

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Uma criança vítima de afogamento teve o resgate aéreo atrasado na noite de domingo (15) após um drone sobrevoar irregularmente a área onde um helicóptero realizava atendimento emergencial, no Balneário Coroados, em Guaratuba.

O helicóptero Arcanjo 01, do Corpo de Bombeiros do Paraná, havia pousado na faixa de areia para transportar a vítima. A área estava isolada pelas equipes quando o equipamento não tripulado passou a voar em distância considerada perigosa da aeronave.

De acordo com a Polícia Militar do Paraná, mesmo após orientações para que o drone fosse retirado do espaço aéreo, o operador voltou a aproximá-lo no momento em que o helicóptero iniciava os procedimentos de decolagem, com as hélices em funcionamento. Por segurança, a tripulação precisou interromper a manobra.

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Os policiais localizaram o responsável pelo drone, que não possuía autorização para o voo nem registro junto aos órgãos competentes. Ele foi preso por atentado contra a segurança do transporte aéreo, e o equipamento, da marca DJI, foi apreendido.

A Polícia Militar alerta que o uso de drones próximo a operações com aeronaves, especialmente em missões de resgate, é proibido sem autorização e pode comprometer atendimentos emergenciais, colocando vidas em risco.

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