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Condenado por matar advogado, homem assassinado com o filho na RMC estava em liberdade há dois dias

Nixon morreu após ser atingido por diversos disparos na Rua José Milek Filho, no bairro Campina do Arruda
PM (Foto: Divulgação)
Nixon morreu após ser atingido por diversos disparos na Rua José Milek Filho, no bairro Campina do Arruda

Redação Nosso Dia

09/03/26
às
10:48

- Atualizado há 4 segundos

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Nixon dos Santos Benites, de 36 anos, morto no ataque a tiros ocorrido no sábado (7), em frente a um mercado em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba, estava em liberdade havia apenas dois dias. Ele foi condenado pela Justiça pelo assassinato de um advogado criminalista em 2017.

Nixon morreu após ser atingido por diversos disparos na Rua José Milek Filho, no bairro Campina do Arruda. No ataque também morreu o filho dele, Ryan da Rocha Alfredo Benites, de 17 anos.

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Além da morte de pai e filho, duas mulheres que estavam no local também foram atingidas pelos disparos e ficaram feridas. Elas foram socorridas por equipes de emergência e encaminhadas para atendimento hospitalar.

Segundo as primeiras informações apuradas pelas autoridades, os atiradores chegaram em veículos de cor escura, efetuaram vários disparos contra as vítimas e fugiram em seguida.

Condenação por morte de advogado

Nixon Benites foi um dos envolvidos no assassinato do advogado criminalista Leonardo Ivankio Sudul, de 28 anos, ocorrido no bairro Uberaba em Curitiba.

O crime aconteceu em 6 de novembro de 2017. Conforme as investigações da Polícia Civil, o advogado foi atraído para um encontro no bairro Parolin por três homens que eram clientes dele.

Dias após o homicídio, Nixon Benites e outros dois suspeitos foram localizados e presos na Barra da Lagoa, em Florianópolis, após denúncias anônimas.

A prisão ocorreu durante uma ação conjunta entre policiais do Paraná e de Santa Catarina. Os três foram levados para Curitiba, onde passaram a responder pelo assassinato.

Posteriormente, Nixon foi condenado pelo Tribunal do Júri a mais de 24 anos de prisão pelos crimes relacionados à morte do advogado e recebeu alvará de soltura no dia 5 de março.

Agora, a Polícia Civil investiga a motivação e a autoria do ataque a tiros que terminou com duas mortes em Almirante Tamandaré. Até o momento, ninguém foi preso.

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