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Caso do bilhete: MP volta atrás e pede prisão de homem que mantinha esposa em cárcere privado na RMC

Ao requerer a prisão do investigado, a Promotoria de Justiça destaca a periculosidade do suspeito e a necessidade da medida para a garantia da segurança da mulher e de seus familiares
Bilhete escrito pela mulher em Itaperuçu (Foto: Reprodução)
Ao requerer a prisão do investigado, a Promotoria de Justiça destaca a periculosidade do suspeito e a necessidade da medida para a garantia da segurança da mulher e de seus familiares

Redação Nosso Dia

18/03/25
às
5:49

- Atualizado há 3 semanas

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Após em audiência de custódia ser favorável a liberdade do homem preso por manter a esposa em cárcere privado em Itaperuçu, na Região Metropolitana de Curitiba, o Ministério Público do Paraná voltou atrás e, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Rio Branco do Sul, requereu nesta segunda-feira, 17 de março, a prisão preventiva do homem de 23 anos. O caso veio à tona após a mulher escrever um bilhete em um posto de combustíveis e escrever um e-mail a Casa da Mulher Brasileira para pedir socorro.

Na última sexta-feira, 14 de março, a mulher – também de 23 anos – foi resgatada pela Polícia Militar em sua residência, na zona rural de Itaperuçu, após ter encaminhado um e-mail com pedido de socorro para a Casa da Mulher Brasileira, unidade que atende mulheres vítimas de violência. A suspeita é de que ela e o filho do casal, de quatro anos, eram mantidos presos na residência pelo investigado, sob constante vigilância por câmeras. Além de ameaças e violência psicológica, também são apuradas possíveis agressões físicas cometidas pelo investigado contra a mulher.

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Ainda na sexta-feira (14), ele foi preso em flagrante, mas solto em seguida para responder ao processo em liberdade após a audiência de custódia, com a imposição de medidas cautelares diversas da prisão, entre elas, a proibição de aproximação da mulher e do filho. Ao requerer a prisão do investigado, a Promotoria de Justiça destaca a periculosidade do suspeito e a necessidade da medida para a garantia da segurança da mulher e de seus familiares.

A 2ª Promotoria de Justiça de Rio Branco do Sul acompanha as investigações sobre o caso para posterior oferecimento de denúncia e atua para garantir que a vítima receba o devido acompanhamento psicológico pela rede local de proteção.

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