PUBLICIDADE
Estradas /
DIA A DIA

Caminhoneiro é primeira vítima identificada na BR-376; 19 pessoas buscaram informações de desaparecidos

Trata-se de João Maria Pires, de 60 anos, natural de São Francisco do Sul (SC)
Trata-se de João Maria Pires, de 60 anos, natural de São Francisco do Sul (SC)

Redação

30/11/22
às
13:11

- Atualizado há 3 anos

Compartilhe:

A Polícia Científica conseguiu identificar a identidade de uma das vítimas e já fez o contato com a família. Trata-se de João Maria Pires, de 60 anos, natural de São Francisco do Sul (SC). O corpo da segunda vítima vai passar por perícia no Instituto Médico Legal (IML). “A primeira vítima passou pelo exame pericial, foi identificada pelas equipes de papiloscopia e já foi contatada a família”, disse o diretor-geral da Polícia Científica, Rodrigo Grochocki.

João Maria Pires (Foto: Redes Sociais)

A instituição trabalha com o protocolo Identificação de Vítimas de Desastres (DVI, da sigla em inglês), código internacional desenvolvido pela Interpol que facilita o atendimento em tragédias como esta. Foi aberto um canal direto com os familiares e conhecidos de pessoas que poderiam estar no local do deslizamento, o que pode ajudar na identificação das vítimas.

Até o momento, 19 pessoas tinham entrado em contato com a Central de Atendimento da Polícia Científica, no telefone (41) 3361-7242, para passar a informações. O serviço funciona 24 horas. Além disso, outras informações sobre o evento podem ser obtidas pelo telefone da Centro de Operações Cidade da Polícia, no 0800-282-8082.

“A Polícia Científica do Paraná é um dos centros que utiliza esse protocolo internacional em diferentes emergências. Existe uma comissão, formada a maior parte por membros da Polícia Científica, que é acionada em uma situação de desastre como esta”, explicou o perito André Langowiski, que dirige a comissão de DVI. 

“Trabalhamos de forma ininterrupta para receber as famílias, para que nos deem as informações que ajudem a identificar essas vítimas mais facilmente, incluindo a entrega de documentos, descrição de tatuagem e outras particularidades”, explicou. “Por outro lado, é feito o exame pericial da vítima para tentar cruzar essas informações com o que é apresentado anteriormente. Pela natureza desse desastre, não devemos ter dificuldade em identificar as vítimas”. 

TÁ SABENDO?

DIA A DIA

© 2024 Nosso dia - Portal de Noticias