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Câmara de Araucária rejeita denúncia contra prefeito por acordo com empresa de transporte

Com isso, o processo, que poderia gerar uma Comissão Processante, foi arquivado
Prefeito Luiz Gustavo Botogoski (Foto: Nosso Dia)
Com isso, o processo, que poderia gerar uma Comissão Processante, foi arquivado

Luiz Henrique de Oliveira

17/03/26
às
13:11

- Atualizado há 10 segundos

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A Câmara Municipal de Araucária rejeitou, nesta terça-feira (17), a denúncia apresentada contra o prefeito Luiz Gustavo Botogoski (PL), que apontava supostas irregularidades em um acordo administrativo envolvendo o transporte coletivo do município. Com isso, o processo, que poderia gerar uma Comissão Processante, foi arquivado.

O pedido foi colocado em votação no plenário e acabou barrado por ampla maioria: foram 9 votos contrários ao prosseguimento da denúncia e apenas 2 favoráveis. Em fevereiro, a denúncia tinha sido aceita por nove a quatro contra a abertura, porém semanas depois a decisão acabou sendo decretada nula já que não foi lida na íntegra. (Saiba mais clicando aqui)

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A acusação questionava um acordo no valor de R$ 31,7 milhões firmado entre a prefeitura e a empresa Viação Tindiquera, relacionado a uma dívida que vem sendo discutida judicialmente desde 2017. O autor da denúncia, ligado ao Partido dos Trabalhadores (PT), alegava possível irregularidade administrativa e pedia a abertura de um processo que poderia levar até à cassação do mandato do prefeito.

Prefeito negou irregularidades

Em entrevista coletiva, no último dia 24, o prefeito negou irregularidades. “O processo começou em 2017 e o responsável na época era quem faz a denúncia. A questão da dívida remonta de 2017 até 2020 e hoje o laudo pericial, contratado pelo Poder Judiciário, chegou à conclusão de que Araucária está devendo mais de R$ 41 milhões à Viação Tindiquera”, afirmou.

Botogoski explicou que, no ano passado, o caso estava em instância superior quando houve manifestação de interesse em acordo por parte da Tindiquera. “O desembargador Cleiton Camargo registrou que o autor da ação queria fazer um acordo. Isso está dentro dos autos. O processo é público”

De acordo com o prefeito, a empresa apresentou proposta de R$ 33,5 milhões. O valor foi analisado pelas secretarias de Finanças, Transporte e pela Procuradoria do Município. “Servidores revisaram os cálculos e só a perícia passa de R$ 41 milhões. Reavaliamos e chegamos a R$ 31,7 milhões, sem entrar em outros pedidos que poderiam elevar para mais de R$ 50 milhões. Foi um acordo bom para o município e que só seria pago após trânsito em julgado. Não saiu um centavo sequer do município até agora. Causa estranheza terem aprovado essa comissão”, apontou.

Leia a reportagem completa clicando aqui.

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