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Após novo reajuste, curitibanos fazem fila para abastecer a R$ 7,11 em posto de combustíveis

Em um posto na Rua Alberto Folloni, no limite do bairro Juvevê com o Ahú, a fila dobrava o quarteirão na tarde desta sexta-feira
Em um posto na Rua Alberto Folloni, no limite do bairro Juvevê com o Ahú, a fila dobrava o quarteirão na tarde desta sexta-feira

Redação

17/06/22
às
16:30

- Atualizado há 4 anos

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Antes mesmo do novo reajuste de 5,2% chegar as bombas, após anúncio feito pela Petrobrás na manhã desta sexta-feira (17), dezenas de curitibanos procuraram postos de combustíveis para abastecer o carro com gasolina. É a tentativa de conseguir gastar um pouco menos, por mais impossível que isso seja no momento.

Fila de carros para abastecer em Curitiba (Foto: Carolina Cattani)

Em um posto na Rua Alberto Folloni, no limite do bairro Juvevê com o Ahú, a fila dobrava o quarteirão, por volta das 16h30 desta sexta, com motoristas de carros que queriam abastecer a R$ 7,11 o litro da gasolina.

Com um ‘preço acessível’ o posto, que já costuma receber um grande público, tem na tarde de hoje uma demanda ainda maior. Vale lembrar que a Petrobrás também confirmou um reajuste de 14,2% para o diesel.

Reajuste

Após 99 dias congelado, o preço da gasolina será reajustado no sábado, 18, pela Petrobras, passando a custar R$ 4,06 o litro nas refinarias da estatal, uma aumento de 5,2%. O diesel, há 39 dias sem aumento, passará a custar R$ 5,61 o litro, alta de 14,2%, conforme anúncio realizado nesta sexta-feira, 17.

Gasolina a R$ 7,11 em Curitiba (Foto: Carolina Cattani)

Os reajustes refletem a disparada dos preços dos derivados no mercado internacional, seguindo a alta do petróleo e refletindo maior demanda e o fechamento de refinarias em meio à guerra entre a Rússia e Ucrânia.

Segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), para alinhar o preço interno com o praticado no Golfo do México, de onde sai a maioria das cargas, o aumento deveria ser de R$ 0,57 para a gasolina e R$ 1,37 para o diesel, diante de defasagens de 13% e 21%,respectivamente.

A alta dos combustíveis tem sido ponto de tensão entre a Petrobras e o governo. O presidente da República, Jair Bolsonaro, critica a companhia pelos altos lucros e distribuição de dividendos bilionários, inclusive para a União, e pedia para que novos reajustes não fossem realizados.

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